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Ministro das finanças da França elogia blockchain, mas denuncia criptomoedas

O ministro das finanças francês denunciou as criptomoedas, mas elogiou a tecnologia blockchain por seus recursos de confiabilidade e rastreabilidade

Desde o advento do Bitcoin e da tecnologia blockchain, várias figuras proeminentes expuseram publicamente suas opiniões sobre eles. A maioria das figuras proeminentes têm sido contra o Bitcoin, uma vez que é um ativo digital e moeda desviado da forma convencional de dinheiro ou ativo financeiro. No entanto, eles sempre apóiam a tecnologia blockchain, pois acreditam que seja uma tecnologia revolucionária que pode transformar vários setores da economia global.

O mais recente a dar voz a essa área é o ministro das finanças francês. Bruno Le Maire, o ministro das finanças francês, elogiou os recursos da tecnologia de blockchain, mas acredita que as criptomoedas facilitam vários vícios, como a lavagem de dinheiro e a compra ilegal de armas e drogas.

Le Maire deu sua opinião em um tweet ontem. Ele afirmou que não questiona os recursos de rastreabilidade e confiabilidade da tecnologia blockchain. No entanto, ele afirmou que as criptomoedas estão associadas à lavagem de dinheiro e às aquisições ilegais de armas e drogas.

O ministro estava respondendo a Cyril Paglino, que é sócio geral do crypto fund Starchain Capital. Paglino twittou que as transações de blockchain não tinham interesse em terroristas.

Bancos ajudam na lavagem de dinheiro

Várias figuras proeminentes vieram para criticar criptomoedas por seus supostos papéis na lavagem de dinheiro e outros vícios. No entanto, relatórios recentes confirmaram que os bancos tradicionais em todo o mundo são os principais participantes nos esquemas de lavagem de dinheiro.

Uma série de arquivos vazados pela Rede de Execução de Crimes Financeiros dos Estados Unidos (FinCEN) revelou que os principais bancos estão por trás de transações ilícitas e esquemas de lavagem de dinheiro em todo o mundo.

Os arquivos oferecem uma visão sem precedentes da corrupção financeira global, com os bancos permitindo isso. Eles revelam, ainda, que as agências governamentais, simplesmente observaram como a rede de lavagem de dinheiro floresceu globalmente.

A agência afirmou que algumas das leis de combate à lavagem de dinheiro, para impedir crimes financeiros, permitiram que ela prosperasse. O relatório afirma que os bancos percebem atividades criminosas, mas procedem para facilitar as transações. O banco imuniza a si mesmo e a seus executivos, emitindo um alerta de atividade suspeita, que permite que eles continuem movimentando o dinheiro ilícito e cobrando as taxas sem qualquer repercussão.

Alguns dos maiores bancos envolvidos na corrupção financeira global incluem JPMorgan Chase, Standard Chartered, HSBC, Deutsche Bank e o Bank of New York Mellon. Esses bancos e outros possibilitaram um sistema financeiro paralelo por meio do qual fundos ilegais podem ser movimentados livremente.

Apesar da tentativa de desacreditar as criptomoedas e culpá-las pela lavagem de dinheiro, drogas ilegais e compra de armas, as evidências continuam a surgir, mostrando que os bancos tradicionais desempenham um papel mais importante nos esquemas de crimes financeiros globais.

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