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O que são criptomoedas? Guia completo

Criptomoedas são moedas digitais que utilizam a criptografia para proteger seus dados, criar novas unidades e confirmar suas transações, através de cálculos realizados por super computadores interligados (nodes ou nós) na rede blockchain de forma descentralizada. Um exemplo de criptomoeda mais conhecida é o Bitcoin (BTC).

Além do fato de serem completamente virtuais, existem três características básicas que diferenciam as criptomoedas das moedas comuns: a descentralização, o anonimato e o baixo custo por transação.

Não há dúvidas que as criptomoedas representam a atual revolução do mercado financeiro. Por isso, é importante que você nosso leitor esteja a frente da maioria, conhecendo os principais fatores que influenciam esse setor, para que possa realizar investimentos lucrativos.

Preparamos aqui para você um guia completo para explicar:
 Como funcionam as criptomoedas
✓ Os fatores que afetam os preços das criptomoedas
✓ Como comprar criptomoedas

As melhores corretoras e exchanges de criptomoedas

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Uma introdução ao mundo das criptomoedas

Existem hoje mais de 5.000 tipos diferentes de criptomoedas disponíveis no mercado, sendo novas moedas digitais criadas a cada dia. A criptomoeda tem como principal característica sua descentralização. Isto é, o processamento e a verificação das transações são realizados de forma coletiva na rede, sem a necessidade de uma autoridade central para supervisioná-los. O que significa também que o mercado é influenciado basicamente pela lei de oferta e procura, tornando um setor altamente volátil e de alto risco financeiro.

Para simplificar o que são criptomoedas, elas consistem em entradas registradas em um banco de dados, onde só podem ser alteradas mediante condições específicas.

Como surgiram as criptomoedas?

Com o avanço dos estudos criptográficos na década de 80, a possibilidade da criação de sistemas de moedas completamente virtuais começou a nascer na cabeça dos especialistas da época. Um grupo de desenvolvedores e entusiastas de criptografia autodenominados cyberpunks (tradução literal, punks virtuais), liderados por David Chaum, lançaram as bases para a criação das criptomoedas.

Esse grupo visava à criação de um sistema de transações no qual os indivíduos poderiam usufruir de total liberdade e privacidade longe dos olhos do “Big Brother” – referência ao livro 1984, de George Orwell, que fala de “Big Brother” como uma figura de governo autoritária com controle excessivo sobre a privacidade da população. O encontro do grupo culminou na escrita do A Cyberpunk’s Manifest (O Manifesto Cyberpunk), que explicita as ideias libertárias defendidas por eles sobre a privacidade inalienável (inerente ao ser humano).

Além do grupo, um engenheiro de software chamado Wei Dai também vinha desenvolvendo sua versão de moeda virtual. Chamado “b-money”, nome dado à moeda, foi compartilhado através de dois protocolos. Neles, estavam características comuns às criptomoedas atuais, como a descentralização e o anonimato. No entanto, o b-money nunca chegou a ser amplamente utilizado.

Mais tarde, em 2005, Nick Szabo, um criptógrafo americano, desenvolveu o que muitos chamaram do precursor do Bitcoin, o Bitgold. O Bitgold utilizava o sistema Blockchain, que ainda é aplicado nas atuais criptomoedas. Mas também como o b-money, essa moeda virtual nunca chegou a ser implementada. Já o Bitcoin alcançou a popularidade e foi amplamente utilizado em transações no mundo inteiro, sendo a criptomoeda mais conhecida.

Existem hoje (dez/2019) mais de 4900 tipos diferentes de criptomoedas disponíveis no mercado, com novas moedas digitais criadas a cada dia. A criptomoeda tem como principal característica a descentralização. Isto é, o processamento e a verificação das transações são realizados de forma coletiva na rede, sem a necessidade de uma autoridade central para supervisioná-las. O que significa também que o mercado é influenciado basicamente pela lei de oferta e procura, tornando um setor altamente volátil e de alto risco financeiro.

Para simplificar o que são criptomoedas, elas consistem em entradas registradas em um banco de dados, onde só podem ser alteradas mediante condições específicas.

Bitcoin, primeira mas não a única

Já existem mais de 4900 criptomoedas diferentes no mercado. Provavelmente esteja se perguntando quais são as melhores criptomoedas para investir.

Abaixo a lista das criptomoedas mais valorizadas selecionadas por nossos especialistas:

bitcoin Bitcoin (BTC):  A primeira e a mais estabelecida criptomoeda do mercado. Novos altcoins prometem  destronar o Bitcoin, com suas tecnologias mais avançadas. Mas, por enquanto, Bitcoin ainda é o Rei das Criptomoedas, a moeda mais utilizada hoje como meio global de pagamento.

 

ethereumEthereum (ETH): Destaca-se por não apenas processar transações, mas também permitir aos desenvolvedores criar e implantar aplicativos descentralizados (dApps) e contratos inteligentes (smart contracts). É a preferida das Ofertas Iniciais de Moedas (ICOs) para o lançamento de seus novos projetos.

 

tetherTether (USDT)Também conhecido como ‘moeda estável’, seu valor sempre será equiparado ao dólar. Sua grande vantagem é apresentar a estabilidade do preço do dólar, sem perder as características de uma criptomoeda.

 

bitcoin cash Bitcoin Cash (BCH)Derivado de dois forks do Bitcoin, o Bitcoin Cash detém um bloco 32 vezes maior do que o Bitcoin original, permitindo assim maior volume de transações, menor tempo e menor custo.

 

rippleRipple (XRP): Ripple não detém uma rede blockchain, mas sim sua própria rede patenteada Ripple Protocol Algorithm (RPCA). Ripple é conhecida por ser também uma plataforma para pagamento digital. Através de XRP, é possível realizar pagamentos em qualquer moeda, inclusive Bitcoin, por um baixíssimo custo nas transações.

 

Dash Dash (DASH)Resultado da junção das palavras Digital Cash, Dash também é derivada de um fork do Bitcoin, assim como BCH. No entanto, DASH dispõe da ferramenta PrivateSend, que permite tornar anônimas as transações realizadas por seus usuários. Ao misturar múltiplas transações em uma só, não é possível identificar quem recebeu DASH e muito menos a quantia enviada.

 

litecoinLitecoin (LTC)Um dos primeiros altcoins criados logo após Bitcoin, Litecoin realiza transações mais rápidas do que BTC, através de um novo algoritmo de mineração, facilitando a criação de novas criptomoedas, como Dogecoin (DOGE) e Feathercoin (FTC).

 

ethereum classicEthereum Classic (ETC): Criada a partir de uma divisão de Ethereum, após ter ocorrido uma invasão de um hacker em 2016, quando $50 milhões USD equivalente em ETH foram roubados. Com a divisão, as criptomoedas roubadas retornaram aos seus proprietários originais. E a nova criptomoeda após a separação foi denominada Ethereum, e a anterior à divisão, Ethereum Classic, sendo ambas plataformas para o desenvolvimento de contratos inteligentes e dApps, com importantes diferenças.

 

CARDANOCardano (ADA)Representa a terceira geração das criptomoedas, sendo o primeiro altcoin a ter sua estrutura revisada por professores e cientistas. Cardano oferece uma plataforma para o desenvolvimento de contratos inteligentes, assim como Ethereum. No entanto, ADA promete uma melhor performance ao utilizar o Proof of Stake protocolo em suas transações.

 

iota IOTA (MIOTA): Diferentemente das outras criptomoedas, IOTA consiste em uma rede distribuída em Decentralized Acyclic Graph (DAG) ao invés de blockchain. Sua principal função é gravar e executar transações entre equipamentos através do ecossistema Internet das Coisas (IoT). Para isso, IOTA detém sua própria criptomoeda, MIOTA, como meio de pagamento para a utilização da rede IOTA.

 

stellar Stellar Lumens (XLM)Stellar é um network baseado em um registro distribuído em rede blockchain, tendo sua própria criptomoeda Lumens (XLM). Sua principal função é conectar bancos, sistemas de pagamentos e seus usuários por um baixo custo.

 

eosEOS (EOS): Além de ser uma criptomoeda, trata-se de um sistema operacional baseado em blockchain voltado para criar, hospedar e suportar dApps. Em comparação aos demais Apps baseados na Internet, EOS oferece maior escalabilidade, maior número de transações simultâneas e menor custo, utilizando o protocol Proof of Stake para a atualização do sistema EOS.

 

neo NEO (NEO)Seu nome é originário do grego, que significa novo, moderno. Conhecido também como ‘Ethereum Chinês’, NEO atua também como uma plataforma para desenvolvimento de aplicativos e smart contracts, assim como Ethereum. Mas, os desenvolvedores de NEO afirmam ter aprendido com os erros de ETH, oferecendo uma plataforma de qualidade superior à Ethereum.

 

 

bitcoin

Bitcoin é a principal

O desenvolvedor do Bitcoin Core, e parceiro da empresa de capital de risco Blockchain Capital, compartilhou sua opinião sobre o porquê do Bitcoin se destacar do restante das outras criptomoedas, incluindo, primeiramente a Ethereum.

Nós do Guia do Bitcoin, disponibilizamos para nossos leitores uma tradução adaptada do post de Jimmy Song.

Se você é um iniciante no mercado, os últimos meses foram muito loucos pra você. Foi possível ver as rápidas subidas e quedas vertiginosas de preços, e controlar as emoções nem sempre era fácil. Os movimentos de preços são simultaneamente um espetáculo fascinante, mas às vezes doloroso, e, portanto, é fácil perder a compreensão daquilo em que você está realmente investindo. Parece que todas as moedas estão em movimento simultâneo, então qual é a diferença? Como distinguir uma moeda de outra? E, mais importante, como um investidor entende qual será o valor a longo prazo de uma moeda em particular?

Abaixo, eu lhe direi por que o bitcoin é independente e por que, apesar de todas as tentativas de clonagem, realmente não foi possível repeti-lo até hoje.

Inovações Reais

Para entender o verdadeiro valor do bitcoin, é necessário recorrer um pouco à história. Há sempre uma tentação de pensar que a última ICO ou uma nova altcoin, será o que finalmente vai “substituir” o Bitcoin e resolver todos os seus problemas, então o Bitcoin, que precisa “inovar” será enviado para o lixo da história. De fato, quase todas as novas altcoins, cada nova ICO ou hardfork, afirmam que elas trazem algumas inovações fundamentais. No entanto, em todos esses casos, esquece-se que a maior inovação já aconteceu.

bitcoin-chutando-dólar-euroAs emissões limitadas descentralizadas são uma verdadeira inovação. O Bitcoin foi o primeiro e continua a ser a única moeda desse tipo. Todas as outras chamadas inovações, com confirmação mais rápida de transações, mudança para proof-algo-lá, completude de Turing, outros algoritmos de assinatura, outros métodos de ordenação de transações ou mesmo privacidade, são apenas pequenas variações de uma grande inovação chamada bitcoin.

 

É importante lembrar que, desde 2011, várias alternativas ao bitcoin são oferecidas, mas nenhuma delas chegou nem perto de substituí-lo em termos de preço, base de usuários ou segurança. IxCoin chegou como o novo bitcoin em 2011, que ofereceu uma recompensa maior pelo bloco e pela “pré-vitória” (grandes quantidades de moedas foram enviadas ao seu criador). Também em 2011 foi criado o Tenebrix, uma altcoin, que tentou aumentar a estabilidade da GPU e também teve um grande pré-objetivo. Ao mesmo tempo, também foi criado o Solidcoin, outra altcoin com um tempo mais rápido para a criação de blocos e tudo igual com uma pré-falha. Os únicos sobreviventes que apareceram no “nascimento” da era das criptomoedas e não eram pré-minerados foram a Namecoin e o Litecoin.

O conceito de ICO também não é novo. Em 2013, uma ICO realizou o projeto Mastercoin e, claro, também houve um pré-planejamento. Então eles atraíram mais de 5000 BTC e mudaram seu nome para Omni, porque o ecossistema ao redor era muito lento. Em 2015, outra ICO lançou a Factom: tendo conseguido atrair mais de 2.000 BTC, eles foram obrigados a realizar rodadas adicionais de financiamento, porque ficaram sem dinheiro. Em outras palavras, todos esses novos tokens “brilhantes”, na verdade, não mostraram nada e não trouxeram novas funções.

Semelhanças e diferenças entre Altcoins e Bitcoin

As semelhanças entre Altcoins e Bitcoins podem ser muitas, dependendo da particularidade de cada uma dessas moedas alternativas. A primeira delas é bem óbvia: tanto Bitcoins quanto Altcoins representam esse movimento disruptivo que é a criação de moedas virtuais.

Além disso, destacamos que muitas delas foram criadas com base no Bitcoin, projetando melhorias para suas funcionalidades, principalmente as que estão relacionadas com a segurança e velocidade de transações. Algumas Altcoins surgiram do processo de fork do Bitcoin, que nada mais é do que o movimento de criação de uma nova criptomoeda atualizando o seu código de funcionamento.

Destacamos, também, que a maioria delas incentivam a descentralização e a segurança das informações do mercado financeiro.

Já as diferenças entre Bitcoins e Altcoins, pode ser conferida nessa lista abaixo:

  • as Altcoins têm um algoritmo próprio;
  • muitas Altcoins têm uma estrutura de funcionamento bem diferente do Bitcoin, por exemplo: nem todos utilizam a tecnologia Blockchain;
  • as funcionalidades das Altcoins também são diferentes das do Bitcoin;
  • grande parte das Altcoins surgiu com a ideia de trazer mais velocidade para o processamento das transações;
  • o preço de mercado também é algo que difere: Bitcoins e Altcoins têm cotações diferentes.

As Altcoins e ICOs trouxeram numerosas “propriedades” diferentes, mas a maioria delas nunca foi aceita. Mas então por que o Bitcoin ocupa um lugar tão especial no ecossistema? Por que o Bitcoin é “diferente”? Há dois aspectos que o tornam assim: efeito de rede e descentralização.

Efeito de rede

Como a rede do Bitcoin é a maior, outras criptomoedas tentam alcançá-lo o tempo todo. Vamos comparar o Bitcoin como uma semana de sete dias e as altcoins são as tentativas de variações:

Vamos fazer uma semana de 4 dias! Deixe o dia durar 18 horas! Vamos chamar os dias de alguma forma diferentes! Vamos mudar a duração da semana, dependendo do desejo de uma pessoa!

Desnecessário dizer que todas essas “inovações” são insignificantes e geralmente não são aceitas. Isso ocorre porque, com o tempo, o efeito da rede do Bitcoin só cresce, e as pessoas que usam a rede tendem a otimizar seus padrões e a criar novas normas.

Essas normas passaram no teste do tempo e demonstraram sua viabilidade, mesmo que nem sempre, por métodos óbvios. Por exemplo, poucos vão querer ser o primeiro testador de um carro ou avião híbrido, porque o nível de sua segurança permanece desconhecido. O Bitcoin, em certo sentido, pode ser considerado o mais generoso programa de recompensas do mundo, que visa revelar falhas de segurança. Ele provou sua segurança pela única e melhor maneira: tempo. Todas as outras criptomoedas são muito mais novas e ainda não conseguiram mostrar o mesmo nível de segurança.

A natureza questionável de muitas dessas “propriedades” das altcoins torna-se cada vez mais evidente com o tempo. Por exemplo, a integridade do aplicativo Turing no Ethereum torna a plataforma inteira mais vulnerável (lembre-se dos incidentes com o DAO e Parity). Ao mesmo tempo, a linguagem dos contratos inteligentes usados ​​no script Bitcoin recusava a completude de Turing precisamente por esse mesmo motivo. As autoridades centrais respondem a essas vulnerabilidades com o desejo de demonstrar um comportamento ainda mais autoritário (obrigações de dívidas, hardbacks etc.), tornando as moedas ainda menos confiáveis.

Descentralização

Outra característica principal do Bitcoin, que nenhuma outra moeda possui, é a descentralização.

Por descentralização, quero dizer que o Bitcoin não possui um único ponto de falha. Qualquer outra moeda tem um fundador ou uma empresa que criou e tem influência sobre ela. Por exemplo, num hardfork (mudança de protocolo incompatível) é um indicador de que a moeda é completamente centralizada.

Moedas centralizadas têm uma “vantagem” na forma da capacidade de mudar rapidamente tudo dependendo da demanda do mercado. A centralização é, obviamente, uma coisa boa para os negócios, porque as empresas querem lucrar vendendo mercadorias ou prestando serviços aos clientes. Um negócio centralizado pode responder melhor à demanda do mercado e fazer as mudanças necessárias. No entanto, quando se trata de dinheiro, a centralização é muito ruim.

Primeiro, uma das principais vantagens de um meio de preservar o valor é a imutabilidade. Ao preservar o valor, é necessário que, ao longo do tempo, as propriedades não mudem ou se tornem melhores. Quaisquer mudanças (inflação de emissões, redução na aceitação, diminuição da segurança) mudam fundamentalmente o propósito do dinheiro como um meio de preservar o valor.

Em segundo lugar, a centralização da moeda é geralmente associada a mudanças nas regras, muitas vezes tendo um efeito catastrófico. Toda a economia do século 20 e a história de como os bancos centrais lentamente destroem o dinheiro fiduciário como um meio de preservar o valor. A expectativa média de vida de uma moeda por esse motivo é de apenas 27 anos, embora tenha o apoio de governos e seja usada universalmente como meio de solução. Ao contrário da emissão limitada e da imutabilidade, todas essas “propriedades” do ponto de vista da sobrevivência não importam.

Qualquer criptomoeda, exceto Bitcoin, qualquer ICO – todos elas são centralizadas. No caso das ICOs, isso é óbvio. A organização que controla e emite um token já está centralizada. Pode alterar as regras do funcionamento e liberar mais tokens. Os mesmos problemas, embora menos óbvios, entre as altcoins: Seu criador pode ser um “maluco” que pode fazer tudo o que um governo pode fazer. Em outras palavras, qualitativamente Altcoins e ICOs não são diferentes de moedas Fiat. Neste mundo, você não possui suas moedas.

Isto é especialmente verdade para a Ethereum. Em todas as suas características, Ethereum é uma organização controlada centralmente. Foram realizados pelo menos cinco hardforks, como resultado do qual os usuários foram obrigados a atualizar. Eles tomaram uma decisão ruim sobre a DAO, e agora eles até falam sobre taxas de armazenamento de dados. O controle centralizado do Ethereum tornou-se evidente logo no começo.

No Bitcoin, tudo é diferente. Uma das coisas mais notáveis ​​é o desaparecimento de Satoshi Nakamoto. No estágio inicial do Bitcoin, ele controlava a maioria dos processos de desenvolvimento da criptomoeda, mas com o seu desaparecimento estamos em uma situação em que mesmo os que não gostam um do outro têm uma certa voz em relação ao gerenciamento da rede.

Todos os upgrades são voluntários (softfork) e não obrigam ninguém a nada. Ou seja, não há um único ponto de falha. Hoje, o Bitcoin tornou-se um sistema no qual, mesmo que o grupo inteiro de desenvolvedores seja esmagado por um meteoro, há muitas implementações abertas que podem continuar e oferecer uma opção para cada usuário. Aqui você é um dono de suas moedas.

Mecanismos de consenso

Após a transação ter sido assinada por seu remetente, por meio de sua chave privada, ela é enviada ao seu destinatário através da rede blockchain, que interliga os computadores (nós), em P2P, administrados por ‘mineradores’.

Estes, por meio da mineração (cálculo matemático realizado por computadores caros e robustos), tendo como protocolo de consenso Proof of Work (PoW), irão decodificar as informações criptografadas inseridas no bloco da rede do Bitcoin.

O primeiro minerador que conseguir calcular o algoritmo hash propaga o novo bloco na rede, que será também verificado e propagado pelos outros ‘nós’ da rede. E o destinatário recebe a primeira de várias confirmações. Uma vez confirmada, a transação torna-se irreversível, e o primeiro minerador que resolveu o cálculo matemático recebe como recompensa novos BTC, além das taxas de transação.

Solução para o Gasto Duplo

É importante que o destinatário aguarde pelo menos 6 confirmações antes de aceitar definitivamente o Bitcoin, a fim de se prevenir quanto à duplicação.

Por exemplo, se o cliente copiou e utilizou duas vezes a mesma moeda, ambas as transações irão para um conjunto de transações não confirmadas. A transação que for verificada primeiro e receber 6 confirmações é a que deve ser aceita, a outra será automaticamente descartada pelo sistema.

Como as Altcoins funcionam?

Uma vez que Satoshi resolveu o principal problema de double spending “gasto duplo” das moedas digitais, muitas outras criptomoedas passaram a ser desenvolvidas, utilizando diferentes mecanismos de consenso, como Proof of Stake (PoS), Proof of Burn, etc. Além de apresentarem muitas outras funcionalidades, muito mais do que apenas um dinheiro eletrônico. Tudo indica que a revolução está só começando.

Compre pizzas, viagens e muito mais com criptomoedas

Apesar de o Bitcoin ter sido criado em 2009, até 2010 ele só havia sido ‘minerado’, e nunca negociado. Até que um investidor resolveu trocar seus 10 mil Bitcoins por duas pizzas. Caso ele tivesse guardado seus Bitcoins, hoje teria uma fortuna avaliada em cerca de milhões de dólares.

Em meio à alta volatilidade característica do mercado das criptomoedas, o valor de mercado do BTC só tem crescido ao longo dos anos. O BTC alcançou seu recorde de preço em 2017, com uma super valorização quando foi negociado por quase US$20.000 cada Bitcoin. Isto impulsionou também o crescimento das altcoins e do mercado de criptomoedas em geral.

Hoje, há muitas coisas que podem ser compradas com BTC. É possível viajar ao redor do mundo, através de sites que aceitam Bitcoin como forma de pagamento para reservar vôos e hotéis ou alugar carros. Você pode até alugar uma casa com Bitcoins através de alguns sites. Há ainda a opção de viajar para o espaço ou comprar artigos de luxo, como joias, obras de arte e até uma Lamborghini com Bitcoin.

Mineração das criptomoedas e os mecanismos de consenso

Bitcoin

Após a transação ter sido assinada por seu remetente, por meio de sua chave privada, ela é enviada ao seu destinatário através da rede blockchain, que interliga os computadores (nós), em P2P, administrados por ‘mineradores’.

Estes, por meio da mineração (cálculo matemático realizado por computadores caros e robustos), tendo como protocolo de consenso Proof of Work (PoW), irão decodificar as informações criptografadas inseridas no bloco Bitcoin.

O primeiro minerador que conseguir calcular o algoritmo hash propaga o novo bloco na rede, que será também verificado e propagado pelos outros ‘nós’ da rede. E o destinatário recebe a primeira de várias confirmações. Uma vez confirmada, a transação torna-se irreversível, e o primeiro minerador que resolveu o cálculo matemático recebe como recompensa novos BTC, além das taxas de transação.

Como Bitcoin soluciona o problema do Gasto Duplo

É importante que o destinatário aguarde pelo menos 6 confirmações antes de aceitar definitivamente o Bitcoin, a fim de se prevenir quanto à duplicação.

Por exemplo, se o cliente copiou e utilizou duas vezes a mesma moeda, ambas as transações irão para um conjunto de transações não confirmadas. A transação que for verificada primeiro e receber 6 confirmações é a que deve ser aceita, a outra será automaticamente descartada pelo sistema.

Como os Altcoins funcionam?

Uma vez que Satoshi resolveu o principal problema de double spending das moedas digitais, muitas outras criptomoedas passaram a ser desenvolvidas, utilizando diferentes mecanismos de consenso, como Proof of Stake (PoS), Proof of Burn, etc. além de apresentarem muitas outras funcionalidades além de dinheiro eletrônico. E tudo indica que a revolução está só começando.

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