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Conheça os países que mais utilizam criptomoedas

fevereiro 13, 2020 By Sabrina Martins

De acordo com muitos especialistas os primeiros países a usarem os criptoativos seriam os de economias fracas. De fato países em situações críticas, como Venezuela e Argentina, têm visto a utilização dos ativos digitais aumentarem muito.

Só para exemplificar, a Venezuela conta com um crescimento enorme de Bitcoin e Dash. Como resultado das tensões políticas e econômicas, a moeda local perde muito seu valor. Sendo assim, uma das alternativas são os criptoativos.

Apenas em 2019, a Venezuela registrou US$305,9 milhões de negociação na LocalBitcoins. Ademais, o número de usuários ativos do Dash não para de crescer. Olhando as taxas atuais, antes do final de 2020 esse número ultrapassará 1 milhão.

Contudo, será que somente os países com tensões estão utilizando os ativos digitais? De acordo com AmbCrypto não é bem assim. Apesar de ter que enfrentar o problema da adoção em massa, os criptoativos têm feito um bom trabalho de casa. Assim sendo, economias consideradas fortes estão utilizando os ativos digitais de forma surpreendente.

Em primeiro lugar temos a Austrália, 14º economia do mundo. Com intuito de impulsionar os criptoativos, em 2017 governo australiano afirmou que ativos digitais não estariam sujeitos a dupla tributação, ou seja, seriam considerados dinheiro. O governo ainda afirmou que trabalhará com especialistas em blockchain. Isso fará com que o setor de ativos digitais seja ainda mais estimulado no país.

Além disso, Agnes Water, cidade da Costa leste do país da Oceania, se proclamou como a primeira cidade de criptoativos. Embora tenha apenas 2200 habitantes, Agnes Water já tem 30 estabelecimentos que aceitam Bitcoin como pagamento. Ademais, o correio do país com animais únicos está criando protótipos baseados em blockchain para diferentes áreas da sua organização.

Em segundo lugar temos a Coreia do Sul, 9.º economia do mundo. Certamente o país da Ásia Oriental é um dos grandes centros da tecnologia. Samsung e LG nasceram em seu solo. Assim sendo, não é surpresa que seja um dos lugares que mais utilizam criptoativos.

A estimativa é que 30% do volume de operações com ativos digitais ocorrem no país dos templos budistas. Inegavelmente esse é um número alto, pois o país tem uma baixa população, cerca de 51 milhões de habitantes, isso é menos que 1% da população mundial.

Levando a medalha de bronze está a Eslovênia. Apesar de ser considerado um dos países mais fraco desta lista, a utilização dos ativos digitais lá também é grande. O país da Europa Central já tem até um monumento para o Bitcoin na cidade de Kranj.

Ademais, nos primeiros anos do BTC, 2011, a exchange Bitstamp nasceu no país das montanhas. Além disso, a NiceHash, empresa de mineração, também está localizada na Eslovênia. Em Liubliana, capital do país, é onde reside o Bitcoin City, o famoso shopping com mais de 500 lojas que aceitam criptoativos.

A Estônia que ocupa o 103.º lugar na economia mundial, já contrasta no mercado de ativos digitais tendo a quarta posição em utilização. Ao passo que o país da Europa tem uma grande liberdade econômica, é aberto a criação de empresas para não residentes do país e é uma nação digital, fica claro o motivo do crescimento dos criptoativos por lá.

Ademais, em 2012 o blockchain tem sido utilizado para proteger dados nacionais nos setores público e privado.

Retornando as grandes potências, temos Hong Kong. Conforme observado, o grau de autonomia da região a faz ter uma economia próspera. Sendo assim, é um dos países mais ricos da Ásia.

Apesar de a China não olhar positivamente para os ativos digitais, Hong Kong mostra uma visão diferente. Por essa razão, negócios de criptoativos são atraídos para o país de mercados noturnos. Outro motivo que atrai exchanges para Hong Kong é sua regulamentação para o setor que é fácil de entender.

Em suma, observamos que os criptoativos não olham rosto, gênero e muito menos classe social.

 

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