Bitcoin e Dash não param de crescer na Venezuela

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Certamente economias fracas e debilitadas começarão a utilizar o Bitcoin e as altcoins como meio de pagamento antes de países com dinheiros considerados fortes. Apesar de haver muita discussão sobre se o BTC pode ou não ser usado como um ativo de porto seguro, países com economias debilitadas já estão o aceitando.

Todas as tensões geopolíticas enfrentadas por países em crise faz com que indivíduos procurem formas alternativas de dinheiro. De acordo com a LocalBitcoins, países da América do Sul são os que mais adotam criptoativos. Sendo assim, Argentina e Venezuela levam altos volumes de negociação de Bitcoin consigo.

A Venezuela é um dos casos mais comentados a esse respeito. As tensões políticas e econômicas só crescem no país. Como resultado, a moeda local não consegue parar de perder valor e isso faz com que o Bitcoin seja muito popular na Venezuela.

Apenas em 2019, a Venezuela registrou US$305,9 milhões de negociação na LocalBitcoins. Somente nos últimos dias do ano, o país registrou US$25 milhões em suas negociações. Ademais, o crescimento das negociações também aumentou 33% no ano passado. O interesse pelo Bitcoin também pode ser visto pela estatal de petróleo Petroleos de Venezuela SA. A PDVS está tentando utilizar o BTC e o banco central para contornar as sanções americanas.

Contudo, não é só o Bitcoin que se destaca no país da América do Sul. O Dash também tem uma presença marcante na Venezuela. O número de carteiras Dash baixadas no país não para de crescer. Além disso, o número de usuários ativos (alguém que esteve on-line pelo menos uma vez nos últimos 30 dias), analisando pelas taxas de crescimento atuais, ultrapassará 1 milhão antes do final de 2020.

É importante lembrar que Nicolas Maduro lançou sua moeda digital Petro. Todavia, não conseguiu fazer o PTR decolar nem mesmo após distribuir gratuitamente. Isso porque os moradores da Venezuela não mostram interesse em uma moeda ligada ao governo.

Outros países com economia fraca também estão vendo seu volume de negociação em Bitcoin crescer. Inegavelmente, o Egito é o grande destaque. O país teve um crescimento de 70% em 2019. Enquanto isso, as negociações na Colômbia cresceram em 59% e no Peru 47%.

Embora os números sejam interessantes, os criptoativos ainda têm um longo caminho a ser percorrido. Contudo, o Bitcoin e as altcoins carregam a vantagem de não serem manipulados por nenhum governo e isso faz com que sejam atrativos para muitos. Para mais, os ativos digitais são resistentes à censura e podem ser transacionados mesmo que governos não queiram.

 

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