“Bitcoin é o Unicórnio da Década”, diz CEO da Earn

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O Bitcoin não é apenas o ativo com o melhor desempenho de 2019, mas também tem superado todos os outros nos últimos 10 anos. Basta comparamos o atual do preço do Bitcoin, que está flutuando na casa dos US$7.500, com o seu valor mais antigo registrado em US$0,003 em março de 2010, quando começou a ser negociado no, agora extinto, BitcoinMarket.com, a primeira exchange de Bitcoin da história.

Segundo Balaji S. Srinivasan, co-fundador da Earn e ex-CTO da Coinbase, o Bitcoin é o maior unicórnio desta década. Ele disse que nada além do Bitcoin, foi “iniciado” ao mesmo tempo que a criptomoeda e que mantinha US $ 100 bilhões por tanto tempo.

“Como investimento em tecnologia, é, de certa forma, o melhor da década”, disse ele.

Um “Unicórnio” é uma startup de capital fechado avaliada em mais de US$ 1 bilhão e, embora não seja uma empresa, o Bitcoin como investimento em tecnologia é o melhor da década.

Por ser descentralizado o Bitcoin não pode ser considerado uma startup ou uma empresa. Afinal, não possui CEO, Diretor de Marketing e nem nada isso. Mas ele não deixa de ser uma entidade global.

Na próxima década, Srinivasan acredita que mais dessas empresas de tecnologia se tornarão ou serão influenciadas pelo protocolo descentralizado, já que a ideia protocolo versus empresa se tornará mais comum como forma comparação.

O Bitcoin já é uma classe de ativos preferenciais entre os millennials, como ficou ainda mais evidente nos relatórios mais recentes de Charles Schwab que revelaram o BTC entre as 5 maiores participações para investidores millennials, vencendo a Disney, Microsoft, Netflix, Alibaba e Berkshire Hathaway.

Além disso, junto dessa pesquisa, outros dados divulgados pelo diretor administrativo da empresa de gerenciamento de ativos digitais Grayscale Investments, Michael Sonnenshein, afirmaram: “Cerca de 21 milhões de investidores nos EUA teriam interesse em investir em bitcoin.”

Curiosamente, 43% dos investidores interessados são do sexo feminino.

Os problemas do sistema financeiro

O estrategista do Deutsche Banks da Alemanha, Jim Reid, já está falando sobre o desdobramento do atual sistema fiduciário na próxima década que levaria ao aumento de demanda por moedas alternativas, o que consequentemente fará com que o Bitcoin cresça.

Os controles de capital impostos pelos governos e a acumulação de dinheiro e o estoque de ouro dos super-ricos porque eles não confiam no governo e nos bancos são outro passo em direção a uma moeda descentralizada como reserva de valor para as massas.

Enquanto as taxas de juros negativas possam levar as pessoas ao Bitcoin, políticas como a da Grécia, onde os cidadãos serão atingidos com uma pesada multa se não gastarem 30% de sua renda em transferências eletrônicas, podem aumentar ainda mais a demanda por criptomoedas.

Além é claro, da constante impressão de dinheiro por parte dos bancos centrais e a flexibilização quantitativa.

Mati Greenspan, fundador do boletim Quantum Economics, com a inflação chinesa saltando para 4,5% no mês passado questionou:

“Os bancos centrais do mundo investem uma quantia excessiva de dinheiro na economia há mais de uma década. O que eles pensaram que aconteceria?”

Quando perguntando o que isso queria dizer para o Bitcoin, Greenspan apenas respondeu:

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