HomeRelatório semanal: Federal Reserve trabalha no relatório de ativos digitais que será lançado em setembro

Relatório semanal: Federal Reserve trabalha no relatório de ativos digitais que será lançado em setembro

Aqui estão as principais notícias do setor de criptomoedas que você pode ter perdido esta semana

Brasil aprova Ethereum ETF na América Latina

QR Capital, um blockchain criado no Brasil, revelou na quarta-feira desta semana através de um post no Twitter que está definido para estabelecer o primeiro fundo negociado em bolsa (ETF) Ethereum na região da América Latina. O novo ETF, apelidado de QETH11, se tornará o segundo a receber a aprovação da SEC brasileira após a aprovação em março de um ETF baseado em Bitcoin. Depois de lançado, o QETH11 será negociado em São Paulo na bolsa de valores B3.

A QR Asset Management, que assume parte da maior troca de criptomoedas do país, vai administrar o novo ETF. A empresa descreveu o produto como aquele que forneceria uma maneira confiável, não complexa e segura de acessar o Ethereum por meio do serviço de corretagem de consumidor favorecido. O Brasil segue o caminho do Canadá, que tem se mostrado bastante receptivo à criptomoeda, tendo aprovado três ETFs desde a virada do ano.

Os EUA, por outro lado, não têm sido tão complacentes com a SEC no país, atrasando e distribuindo extensões para aplicações de ETF por empresas no país. Após a aprovação, Fernando Carvalho da capital QR expressou sua esperança de que a SEC dos EUA siga o caminho e comece a aprovação de ETFs no país.

Polícia britânica obtém $250 milhões em criptomoeda

A polícia do Reino Unido anunciou esta semana na terça-feira que pegou $250 milhões em criptomoedas num processo de investigação de esquemas de lavagem de dinheiro no país. O número de apreensões do Comando de Crime Econômico da polícia é um dos maiores confiscos feitos na história da força e segue outra apreensão feita no final do mês passado, quando $160 milhões em criptomoedas foram apreendidos.

Ao fazer uma declaração, Graham McNulty, o subcomissário assistente da polícia metropolitana, observou que houve uma mudança no cenário, e os criminosos estão cada vez mais usando a evolução tecnológica para promover suas atividades. Ele reconheceu que a criptomoeda havia se tornado a escolha certa para os infratores que buscavam lavar seu dinheiro enquanto ele elogiava que o departamento estava bem equipado com oficiais equipados para lidar com essa atividade.

O detetive Joe Ryan, da polícia britânica, elogiou a apreensão como um marco e prometeu que as investigações continuariam nos próximos meses, enquanto a guerra contra suspeitos de lavagem de dinheiro continua. A polícia, entretanto, não revelou quais criptomoedas específicas eles pegaram.

JP Morgan: A aceitação do Bitcoin por parte do El Salvador afetará profundamente o blockchain

Uma equipe do JPMorgan na semana passada sugeriu, por meio de um relatório, que a decisão do Bitcoin de El Salvador poderia significar problemas para o país e para o blockchain, uma vez que a moeda começar a ser usada. O país centro-americano aprovou recentemente o uso do Bitcoin como moeda legal aceita. A equipe argumentou que, mesmo com os volumes diários de negociação de Bitcoins entre $40 bilhões e $50 bilhões, a maior parte dessa parte é negociada entre exchanges de criptomoedas.

Os analistas indicaram ainda que a maioria dos ativos do Bitcoin são reservados em carteiras ilíquidas, com até 90% deles permanecendo inalterados por mais de um ano. Por outro lado, as transações diárias de El Salvador refletem 4% do total de transações na rede e um pouco mais de 1% do volume total de transações no ano passado.

A equipe sugeriu que existe uma incompatibilidade inerente de Bitcoin e El Salvador e, como tal, uma vez que a nova licitação seja lançada como um meio de troca, a iliquidez do Bitcoin provaria ser um impedimento significativo. Pesquisas recentes indicaram que ainda há dúvidas generalizadas sobre a nova moeda com curso legal e as taxas de aceitação potenciais não seriam altas, já que os salvadorenhos ainda preferem o dólar.

Woori Bank é o mais novo custodiante de criptomoeda na Coreia do Sul

Relatórios no domingo revelaram que o Woori Bank do Woori Financial Group na Coreia do Sul está definido para se tornar a terceira e mais recente instituição importante no país a oferecer serviços de custódia de criptomoedas. O relatório indicou que o Woori Bank pretende colaborar com a Coinplug Inc., uma empresa de soluções de fintech, para lançar o novo empreendimento denominado D-Custody.

A mudança faria com que a Coinplug se tornasse o acionista majoritário, seguida pelo Woori Bank, que forneceria os serviços de custódia. A demanda por serviços de custódia de criptomoeda na Coreia do Sul tem sido astronômica, cortesia da decisão do governo de apertar o botão dos regulamentos que cobrem ativos de criptomoeda. Os investidores estão cada vez mais relutantes em manter criptomoeda para si próprios.

As regulamentações de criptomoeda da Coreia do Sul levaram nos últimos meses a proibir os bancos de oferecer serviços de criptomoeda diretos, forçando-os a se aventurar em parcerias para fornecer esses serviços aos clientes. Além disso, a vigilância da Coreia do Sul também pressionou por regulamentações que farão com que os funcionários das exchanges de criptomoeda se tornem incapazes de negociar com criptomoedas em suas respectivas exchanges em setembro.

O Federal Reserve deve lançar um relatório sobre criptomoeda em setembro

Falando na quarta-feira, enquanto entregava o relatório semestral de política monetária perante o congresso, Jerome Powell,o presidente do Federal Reserve, revelou que o órgão vai divulgar um relatório abordando cripto-ativos, CBDCs e stablecoins por volta do início de setembro. Powell indicou que o país se encontra num ponto crítico para estabelecer a regulamentação desses ativos e, consequentemente, para os CBDCs, irão buscar a opinião do público e do congresso para apurar os prováveis ​​benefícios e desvantagens.

Além disso, Jerome Powell insistiu na necessidade de os EUA fazerem isso bem em vez de rápido. Como tal, ele rejeitou a ideia de que o Yuan digital chinês pudesse ser usado nos Estados Unidos, pois indicou que um CBDC potencialmente útil precisava ser compreendido por todos os cidadãos americanos e por aqueles em outros países que dependem do dólar.

A China vem desenvolvendo seu CBDC doméstico desde 2014 e recentemente ampliou os testes para a moeda digital. Powell também observou que, se um dólar digital controlado pelo governo fosse desenvolvido, ele poderia ser uma cortina para ativos digitais como o Bitcoin, que são controlados de forma independente.

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