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Polícia de Curitiba quebra pirâmide financeira do Paraná

A grande maioria dos que acompanham o criptomercado, incluindo os veículos de notícias, sempre estão alertando para os riscos das pirâmides e ensinando como você pode identificar esses esquemas.

Agora, uma dessas pirâmides acabou de ser fechada pela Polícia Civil. As informações são do Jornal Tribuna.

O esquema de pirâmide foi fundado em janeiro de 2017. Chamado de Wolf Trade Club, o esquema foi alvo de uma Operação da Polícia Civil de Curitiba.

A operação aconteceu na manhã desta quarta-feira, dia 16, e envolve endereços de pessoas ligadas à plataforma. A empresa, também conhecida como WTI Administradora de Bens, é apontada como uma pirâmide financeira.

Como não é de se espantar, o esquema oferecia lucros absurdos no mercado imobiliário. De acordo com a notícia, ele oferecia retornos de até 30% em três meses. Valor impraticável em qualquer mercado.

Até mesmo quem tirou a sorte grande de comprar Bitcoin antes da explosão do preço não contava com nenhuma “estratégia garantida.”

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Além do mais, o grupo dizia que tirava os seus lucros de negociações diárias, conhecidas como day trade, além do investimento em ativos diversos.

Não ficou claro quais eram os ativos de atuação e se a pirâmide operava dentro do criptomercado. Porém, tudo aponta para isso, já que o Bitcoin (assim como termos como Binário e Forex) se tornou o “queridinho” dos esquemas ponzi para tentar justificar tantos ganhos.

“Depois que eles começaram a captar recursos sem autorização da Comissão de Valores Mobiliários, a CVM, seja como empresa ou pessoas físicas, o artifício de pirâmide é estabelecido. No entanto, começaram a ter dificuldades financeiras para efetuar o pagamento e aí entra o fator pirâmide, onde todos ganham, mas não tem dinheiro para todo mundo”, explicou o delegado André Gustavo Feltes da Delegacia de Crimes contra a Economia e Consumidor (Delcon).

Segundo o site, foram cumpridos mais de 20 mandados judiciais, inclusive com alguns pedidos de prisão temporária e busca e apreensão. A empresa teria cometido uma fraude de R$ 30 milhões.

Foram aprendidos carros de luxo, relógios de marca e até duas armas de fogo em posse dos suspeitos de operar o esquema.

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