Escritório que defendia o Bitcoin Banco agora processa o grupo por falta de pagamento

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O grupo Bitcoin Banco, responsável pela TemBTC e Negocie Coins, tem estado no meio de uma polêmica com os investidores brasileiros do criptomercado. Há algum tempo o grupo entrou em um período de insolvência, não conseguindo cumprir com as ordens de saques pedidos pelos clientes.

O grupo teve problemas com seus clientes e precisou se defender judicialmente em ações movidas contra a empresa. O escritório de advocacia contratado para representar o grupo foi o escritório Nelson Wilians.

Porém, de acordo com o site Portal do Bitcoin, o caso teve uma reviravolta no mínimo curiosa.

O escritório de direito agora está movendo uma ação contra o Grupo Bitcoin Banco no valor de R$ 1,78 milhão.

O motivo da ação seria por falta de pagamento pelos serviços prestados durantes seis meses.

De acordo com o que é informado na matéria, os dois lados tinham um contrato que requisitava a atuação do presidente do escritório “com o intuito de dar entrevistas e representar judicialmente a Contratante perante a grande mídia por 6 (seis) meses, com assessoria consultiva quanto ao posicionamento de imagem do grupo Bitcoin Banco”.

Na ação movida contra o Grupo Bitcoin Banco, o escritório de advocacia, diz que atuou conforme foi solicitado, representando o Bitcoin Banco, mas que o acordo não foi cumprido e o grupo não pagou o que devia.

O total dos honorários devidos são R$ 1,48 milhão. O escritório pede uma multa de 10% em cima desse valor.

Caso o pagamento pedido não seja feito, poderá ser feito a penhora de 2 mil telefones celulares iPhone 8, que supostamente estariam à venda na loja Get4Bit.

Esses smartphones estavam sendo usados como forma dos investidores “receberem” o valor que está preso na corretora.

O Portal do Bitcoin também informa que o juiz James Hamilon de Oliveira Macedo, da 4ª Vara Cível de Curitiba (PR) mandou intimar o Bitcoin Banco para que pague em três dias o título extrajudicial cobrado pelo escritório de advocacia sob pena de ter seus bens penhorados.

Já o site Cointelegraph disse ter entrado em contato com o Bitcoin Banco, que informou que o escritório não defendia o GBB e que “não comenta contratos com prestadoras de serviço”.

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