Deu ruim! Exchanges Brasileiras sofre com bancos fechando suas contas

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A guerra das exchanges contra os está tomando proporções preocupantes. De um lado, as casas de câmbio de bitcoin que apenas querem tocar seus negócios, de outro, os que não querem ter de empresas que trabalham com bitcoin. Será um boicote das instituições financeiras contra possíveis futuras concorrentes?

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Com o crescimento e popularização do Bitcon no brasil, não é difícil surgir diversas exchanges que buscam facilitar a vida dos negociantes, oferecendo plataformas dedicadas para negócios com criptomoedas, contudo, como toda instituição financeira, elas também precisam ter contas bancárias jurídicas para manter circulando todo dinheiro que entra e sai de suas plataformas. Mas e quando os bancos se negam a oferecer esse serviço?

Aqueles que usam as plataformas diariamente, não imaginam os protocolos que a mesma tem de seguir para conseguir abrir uma simples conta bancária. Enquanto uma pessoa física consegue fazer isso em um ou dois dias, uma empresa chega a ficar semanas resolvendo problemas e assinando documentos para conseguir que tudo seja liberado. Mas quando os negócios envolvem bitcoin, tudo fica muito mais difícil e em algumas vezes, até medidas jurídicas devem ser tomadas.

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É o caso da CoinBR que conseguiu judicialmente manter suas contas bancárias abertas, depois que os bancos Itau e tentaram encerra-las sem qualquer tipo de aviso prévio. Já o , uma das maiores exchanges do Brasil, não teve a mesma sorte e, mesmo também apelando judicialmente, teve suas contas encerradas nas duas instituições.

Essa perseguição também é feita às exchanges menores que estão começando agora no mundo cripto, como a que também teve sua conta bloqueada. Mas o CTO, Ricardo Rozgrin, acredita que essa resistência tende a cair no futuro.

“A Braziliex acredita que as resistências tendem a diminuir rapidamente, a exemplo de grandes players do mercado mundial, como as Bolsas de Chicago[CME e CBOE], que já perceberam que as criptomoedas vieram para ficar” disse Rozgrin.

O advogado e colaborador do Guia do Bitcoin, José Domingues da Fonseca, explicou ao portal que os bancos devem, antes de tomar qualquer atitude drástica, comunicar previamente o titular da conta:

“Essa situação [procedimento quanto ao encerramento da conta] é regulamentada pelo BACEN*, assim, o banco deve, antes de qualquer medida extrema, especificar o contexto motivador da rescisão e estipular um prazo para eventual regularização.”

O advogado ainda sinaliza:

“Há relatos no mercado de criptos de exchanges que estão recebendo notificações genéricas e sem qualquer exposição de motivos. Isso é bastante preocupante, uma vez que ter contas bancárias é um requisito essencial para o dia-a-dia das Exchanges. Aliás, esses casos de encerramentos arbitrários podem ser caracterizados como retaliações ao modelo de negócios das exchanges, caracterizando, assim, uma conduta anticoncorrencial” conclui José Domingues.

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