Vice-Presidente do banco central da Argentina diz: “Não temos medo do Bitcoin”

Lucas Llach, Vice-Presidente do Banco Central da Argentina, afirmou que a organização e o governo argentino apoia o uso do bitcoin e não têm medo da criptomoeda.

Llach também enfatizou em sua declaração de que o Banco Central da Argentina poderá dar suporte ao bitcoin e que o governo do país pretende processar transações internacionais de forma segura e eficiente, sem a necessidade e a presença de intermediários e prestadores de serviços, como bancos e operadoras de redes financeiras.

Banco Central da Argentina  não tem medo do Bitcoin

O Banco Central da Argentina está otimista com o bitcoin, ao que parece quando Llach fala que a organização não tem medo do bitcoin e o apoia, ele provavelmente quer dizer que a Argentina planeja adotar o bitcoin como uma rede de pagamento legítimo e principalmente como moeda digital.

O ano de 2017, tem sido muito bom para o Bitcoin, o Japão, Coreia do Sul, Filipinas e Austrália têm reconhecido o bitcoin como uma moeda. Por exemplo, a Coreia do Sul oficialmente em julho permitiu que FINTECHs de dentro do país possam processar pagamentos de remessas e transações internacionalmente em bitcoin.

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Como a Coreia do Sul, o Banco Central da Argentina também esta interessado no bitcoin como um método de remessa e uma moeda digital que possa ser utilizada para enviar dinheiro dentro de uma rede peer to peer sem muitas dificuldades.

A declaração de Llach coincidiu com a finalização da solução de dimensionamento da equipe de desenvolvimento do Bitcoin, o SegWit, ativado através Proposta de Melhoria Bitcoin (BIP) 141, que irá diminuir ainda mais as taxas de transação para usuários e empresas.

 

Por que o SegWit é importante para os bancos, reguladores, usuários, e as empresas?

A maioria dos bancos e governos, incluindo o Banco Central da Argentina estão interessados na capacidade do bitcoin em processar transações internacionais com facilidade, segurança e eficiência. A ativação do SegWit irá criar uma infra-estrutura para soluções de duas camadas, como a Rede de Lightning, o que permitirá que empresas e usuários possam enviar transações com confirmações rápidas e com taxas extremamente baixas.

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O rápido crescimento do Bitcoin na América do Sul

A demanda por bitcoin está crescendo rapidamente em países sul-americanos como Argentina e Brasil, a comunidade de desenvolvimento do Bitcoin também está crescendo a uma taxa rápida.

De acordo com o Latin American Private Equity & Venture Capital Association (LAVCA), um número crescente de empresários e startups migraram para a Argentina e começaram a abrir empresas. A Xapo, uma das mais populares carteiras bitcoin, foi criado e lançado pela Wences Casares, bem conhecida na Argentina.

Além disso, no início de 2017, Crypto Assets Fund (CAF), a primeira empresa de investimento privado focado em Bitcoin foi lançada, com o objetivo de abordar o rápido aumento da demanda pela moeda digital.

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Fonte: btcmanager.com

Adaptação/Tradução: Guia do Bitcoin

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