Uma nova onda de startups está a resolver o cripto-problema dos bancos

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Todos sabemos que investir em criptomoedas é uma actividade de risco. Os preços flutuam a uma velocidade incrível e muitas vezes sem razão aparente.

Contudo, nem todos sabem que há imensos riscos para empresas que operam no mundo crypto. Não só devido à natureza dos bens mas também devido à forma como essas empresas são tratadas pelas instituições financeiras tradicionais.

Qualquer empresa precisa de serviços financeiros para operar – salários, renda e fornecedores necessitam de pagamento – e precisa também de serem capazes de aceitar pagamentos. Desde que a economia global se afastou do dinheiro vivo e gravitou na direção do crédito, qualquer empresa necessita de financiamento para sobreviver.

Infelizmente, cripto empresas não tem acesso à maioria destes serviços através de financeiras tradicionais. Devido às complexidades técnicas e jurídicas presentes, muitos bancos decidem simplesmente não trabalhar com cripto empresas.

A falha do banco tradicional

Ainda este mês, a segunda maior exchange de criptomoedas do Brasil, o Mercado Bitcoin, perdeu um caso contra o Banco Itaú no Superior Tribunal de Justiça. O juiz decidiu que o banco pode encerrar as contas de exchanges de criptomoeda sem qualquer justificação, mesmo que não exista prova de lavagem de dinheiro ou qualquer outra atividade ilegal por parte da exchange.

Uma situação semelhante ocorreu no Chile este ano quando uma série de bancos fecharam as contas das cripto-bolsas. Contudo, no Chile, o Supremo Tribunal de Justiça intercedeu e anulou a decisão, decidindo que seria inconstitucional fazê-lo.

Este fenómeno não é de todo um fenómeno confinado ao continente sul-americano. Até na Suíça, geralmente vista como um país amigável as cryptos, startups foram forçadas a mover as suas relações bancárias para o Liechtenstein após dois bancos Suiços pararem de oferecer serviços bancários a empresas do sector cripto.

A necessidade de uma crypto alternativa

Para o mundo cripto ter qualquer chance de sucesso é necessário uma oferta saudável de serviços bancários. E se as instituições tradicionais não vão entrar e satisfazer a procura, o mundo cripto terá que desenvolver as suas próprias soluções.

Uma empresa que já o faz é a Platio, uma empresa fintech internacional com licença de operações da FCA Britânica e sediada em Londres. A Platio está a desenvolver soluções bancárias para negócios que necessitam de negociar fiat e cripto de forma rápida e segura. Esta empresa usa tecnologia blockchain EOS para permitir que os seus clientes paguem salários e fornecedores com qualquer moeda que pretendam, por cartão ou transferência bancária.

Um grande problema para os cripto projetos é garantir que toda a regulamentação seja aplicada corretamente – a Platio tem licenças Europeias para operações cripto e é uma Instituição de Pagamentos Autorizada.

O CEO da Platio, Dima Okhrimchuk, disse: “todos os negócios necessitam de serviços financeiros, e empresas cripto não são exceção. Para a indústria conseguir atingir todo o seu potencial, são necessários serviços financeiros de acesso simples e fácil que permitam estas empresas receber e gastar criptomoedas. Todo o setor deve também garantir que estão no lado correto da regulamentação financeira. Na Platio, estamos orgulhosos e entusiasmados em trabalhar no que vemos ser a próxima geração da cripto economia, uma geração em que as empresas podem usar cripto ou fiat sem restrições, tendo só que escolher a que melhor se aplica à situação.”

Para a economia cripto verdadeiramente tomar o seu lugar como a próxima evolução do sistema financeiro global é necessário um forte suporte de instituições financeiras. Com o banco tradicional recusando esses serviços, o caminho claro é que empresas como a Platio entrem no mercado para ajudar a resolver situações jurídicas e de regulamentação que até agora tem vindo a reduzir a velocidade de adoção desta nova e entusiasmante tecnologia.

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