Depois da alta, mais países em desenvolvimento estão interessados no Bitcoin

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O Bitcoin e todas as criptomoedas de forma geral, apresentam uma grande oportunidade para diversas pessoas, principalmente aquelas que não possuem contas bancárias em países que ainda estão em desenvolvimento. Com a mais nova alta do Bitcoin, países desenvolvidos mostraram ainda mais interesse sobre a criptomoeda.

Dados coletados no Google Trend revelam que nigerianos, sul-africanos e ganenses estão pesquisando mais sobre o Bitcoin nos últimos meses.

Por exemplo, entre 15 de maio de 2017 e 15 de maio de 2019, os dados do Google revelam que os sul-africanos e nigerianos estão interessados em saber mais sobre o BTC.

Os dados mostram que a África do Sul e a Nigéria estão entre os 5 principais países que buscam mais conhecimento sobre o Bitcoin por meio da pesquisa do Google.

O súbito aumento no preço do Bitcoin nas últimas semanas, levou muitos nigerianos e ganenses a pesquisar mais sobre a criptomoeda. Como apontado nos dados, várias altas nas pesquisas sobre Bitcoin foram notadas durante todos os dias desde o início da recentemente alta.

No último mês, três países africanos lideraram o número de buscas por Bitcoin em todo o mundo, com a Nigéria no topo da lista.

Enquanto isso, dados de 12 meses no Google Trends mostram que nigerianos, sul-africanos e ganenses pesquisaram sobre o Bitcoin muito mais do que anteriormente registrado.

O Google Trend explore também revela que as buscas mundiais por Bitcoin aumentaram para o mesmo nível de março de 2018.

Princípios regulatórios mais rígidos em países como EUA, Reino Unido, China, entre outros países importantes em todo o mundo, podem estar impedindo o crescimento do Bitcoin e da criptomoeda em geral.

A introdução da Nigéria, com uma população de cerca de 200 milhões, no mundo das criptomoedas, significa muito para a adoção do Bitcoin e outros ativos digitais.

O fato de o país não ter planos para regulamentação do Bitcoin torna o país ainda mais fértil para a aceitação das criptomoedas.

Como mostrado em um relatório do Citigroup, os nigerianos detêm a terceira maior participação de Bitcoins do mundo como porcentagem do produto interno bruto, atrás apenas da Rússia e da Nova Zelândia, que são o segundo e o terceiro, respectivamente.

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