Magnata chinês que comprou o AC Milan tentou refinanciar o clube com bitcoin

O AC Milan, clube de futebol italiano, está em dificuldades financeiras e seu dono, o magnata chinês Yonghong Li, pensava em resolver a crise com criptomoedas. No entanto, sua tentativa não foi bem sucedida devido à delicada situação financeira de Li.

O empresário chinês, para comprar o clube italiano, recebeu um empréstimo do fundo norte-americano Elliot, um total de 303 milhões de euros. O retorno desta dívida, acrescido de aproximadamente 37 milhões de euros em juros, deve ser feito antes de outubro deste ano e o empresário chinês não mostra sinais de ter esse dinheiro.

E foi justamente por isso que Li pretendia usar criptomoedas. O empresário, decidiu tentar refinanciar sua dívida através de bitcoins através de uma agência especializada. Mas infelizmente para ele, as poucas garantias que ele ofereceu e o pouco tempo disponível foram suficientes para que a estratégia de Li fosse rejeitada pela empresa.

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O acionista majoritário do Milan tem estado sob investigação desde que o Tribunal de Shenzhen certificou que a empresa Shenzhen Jie Ande, através da qual ele comprou o clube, está falida. Assim, a sua credibilidade financeira coloca em risco o clube, altamente reconhecido a nível europeu e mundial.

Entre 19 e 20 de abril, a Uefa examinará as contas do clube italiano para determinar se há sanções contra a instituição, o que pode deixar o clube de fora das competições europeias no ano que vem. Além disso, de acordo com relatos da mídia localo fundo Elliot poderia manter o clube e revendê-lo ao maior lance, se os juros sobre o empréstimo de sua compra não forem pagos a tempo. Dessa forma o belga Yves Laterme, presidente da Comissão de Fair Play da UEFA, será responsável por decidir o futuro do clube.

A relação entre futebol e criptomoedas tem crescido ultimamente. Há poucos dias, o ex-líder do time de futebol inglês e do clube espanhol Real Madrid, Michael Owen, anunciou sua aliança com o Global Crypto Offering Exchange (GCOX) para a criação de seu próprio token, o OWN. Outros jogadores que aderiram a esta onda de criptomoedas e futebol foram Ronaldinho e Roberto Carlos, que se juntaram ao projeto Sportyfi, enquanto Lionel Messi se juntou à Sirin Labs.

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