IBM afirma que protocolo Proof-of-Work do Bitcoin pode ser melhorado

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Pesquisadores da descobriram um modo de tornar o protocolo Proof-of-work do Bitcoin muito mais eficiente. O relatório divulgado por eles afirma que é possível criar sub-redes operadas por nós de , que podem repartir o trabalho que um único   deve fazer, garantindo os mesmos padrões de segurança com um gerenciamento muito mais eficiente dos recursos energéticos.

Os pesquisadores conseguiram garantir uma maior escalabilidade, eficiência em termos de consumo de energia, sem alterar os padrões de segurança nem comprometendo o desempenho da rede. O relatório demonstra que os pesquisadores tentaram aplicar o algoritmo  em um caso de uso diferente do método tradicional usando ao mesmo tempo o protocolo de Internet das CoisasIoT ) para a execução de nós  entre os dispositivos interconectados. O principal problema encontrado nesse processo é que os hardwares utilizados tem um poder de processamento muito menor do que os hardwares ASIC e consomem menos quantidade de energia.

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O relatório publicado pelos pesquisadores, fala sobre a incapacidade dos dispositivos de IoT de operar no algoritmo PoW, dizendo:

A eficiência da IoT pode ser definida como o uso ideal de hardware nativo e recursos de energia. Portanto, para conseguir isso, os dispositivos de IoT na Blockchain devem ser capazes de otimizar suas propriedades para poder assumir as tarefas que isso implica “.

A proposta para solucionar esse problema segundo o relatório é aproveitando o fato de que nem todos os nós da rede devem participar de atividades de mineração. Sendo assim os pesquisadores criaram uma “Blockchain” de teste, eles dividiram os nós em pequenos grupos de 250 a 1000, e também criaram um algoritmo que organiza quais grupos devem realizar o trabalho de mineração, com um gerenciamento que depende da quantidade de energia utilizada por e os padrões de segurança estabelecidos. O teste foi bem-sucedido e demonstrou resultados excelentes em relação ao consumo de energia e segurança.

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O líder das pesquisa, o engenheiro, Emanuele Ragnoli, falou o seguinte:

Atualmente para nós a Blockchain é considerada como um sistema totalmente ligado entre pares, em que todos os nós têm que fazer as mesmas coisas. Eles competem entre si para obter a recompensa da mineração, mas não é necessário que todos realizem a mesma tarefa”.

Os algoritmos inteligentes que reúnem os nós da rede de acordo com sua capacidade, darão as esses nós tarefas mais específicas. Ragnoli acredita que a criação de um ecossistema em camadas, onde os diferentes pares possam fazer coisas diferentes, poderá ser a solução para diminuir o consumo energético e isso sem interferir na segurança.

Ragnoli detalhou ainda mais seu ponto de vista, dizendo o seguinte:

Alguns dos nós executam completamente o protocolo PoW, como acontece na rede do … Nós conseguimos alterar através de uma análise na Blockchain, determinando se um dispositivo pode executar tal trabalho, se o algoritmo entender que o dispositivo não precisa executar o trabalho, o referido hardware é direcionado a outro grupo ao qual outras tarefas desta ordem serão atribuídas”.

Os pesquisadores da IBM apelidaram o projeto de “Hybrid IoT Blockchain”. Pelo fato dessas “Sub-Blockchains” serem suportadas pelos grupos de nós que podem então ser conectados à rede principal usando mecanismos de interoperabilidade, como Cosmos e Polladot.

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