Fidelity pode expandir sua custódia de criptomoedas

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outdoor da empresa fidelity

A quarta maior administradora de ativos do mundo, a Fidelity, está explorando a possibilidade de expandir seus serviços de custódia para outros ativos do mercado, além do bitcoin.

Tom Jessop, diretor da Fidelity Digital Assets, disse que a organização está avaliando a demanda pelas cinco principais criptomoedas do mercado e pode potencialmente integrar suporte para os ativos remanescentes.

A declaração de Jessop ocorre em um momento em que grandes instituições financeiras, como a Goldman Sachs, de US$ 70 bilhões, e a State Street, de US$ 27 bilhões, aguardam clareza regulatória ou demanda suficiente dos clientes para apoiar as criptomoedas.

Demanda de investidores institucionais

A maior parte da infraestrutura que está sendo construída pelas principais instituições financeiras do mercado dos EUA está sendo adaptada para investidores institucionais que estão procurando investir pelo menos US$ 5 milhões no mercado de criptomoeda, que é o limite mínimo da Coinbase.

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Atualmente, a demanda de investidores permanece incerta. Uma das avaliações do mercado é pelo desempenho dos custodiantes, entre eles Fidelity, Coinbase e BitGo.

Ao longo dos últimos onze meses, o mercado de criptomoedas perdeu cerca de 85% de seu valor.

No entanto, a avaliação da adição de ativos digitais pela Fidelity, que exige mudanças em sua infraestrutura e na estrutura de sua solução de custódia, sugere que a organização está vendo demanda suficiente de investidores para justificar a colocação de mais recursos para fortalecer seu produto.

A State Street, uma holding americana de serviços financeiros e bancos, disse que também vê demanda e interesse suficientes para criptomoedas como uma classe de ativos.

Empresas holding de regulação desativadas

A barreira regulatória entre instituições financeiras e custódia de ativos digitais está impedindo que a Goldman Sachs, a State Street, a Morgan Stanley e mais corporações armazenem criptomoedas em nome de seus clientes.

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Embora possa levar meses para as principais instituições financeiras receberem aprovação regulatória, as empresas veem demanda suficiente para justificar a entrada no setor de criptomoeda.

 

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