Exchanges brasileiras criam “associações rivais” de criptomoedas

As maiores exchanges brasileiras, incluindo Bitcointrade, Mercado Bitcoin, Foxbit e outras, recentemente juntaram forças para criar uma associação de criptomoedas, cujo objetivo é defender o interesse dos usuários de criptomoedas. A organização, chamada de “Associação Brasileira de Criptoeconomia” (ABCripto), recentemente descobriu que outras empresas criaram uma associação “rival”.

Encabeçadas pela fintech “Atlas Project”, outras empresas relacionadas às criptomoedas aparentemente também juntaram forças para criar outra organização, a Associação Brasileira de Criptomoedas e Blockchain (ABCB).

De acordo como portal local “Portal do Bitcoin”, as duas associações aparentemente têm diferentes posições sobre potenciais regulações às criptomoedas, mas acredita que ambas deveriam trabalhar juntas. Natalia Garcia, vice-presidente da ABCripto, revelou que ela descobriu sobre a existência da ABCB recentemente.

A Associação de Garcia começará a trabalhar com as exchanges de criptomoedas e com outras empresas “em duas ou três semanas”. Ela disse (traduzido de forma livre):

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“Fico preocupada com uma associação que não engloba qualquer exchange relevante. Todos no mercado sabiam que estávamos criando uma associação e nos preparando para dialogar com outros players no mercado”.

O objetivo da ABCrioto é criar várias categorias nas quais uma grande quantidade de negócios relacionados às criptos possam se unir. A associação está direcionada a advogar que as criptomoedas sejam reguladas como ativos no país. Garcia revelou que está atualmente “procurando os reguladores para que eles possam nos dizer qual a melhor forma de fazer a regulamentação”.

A ABCB, por outro lado, ainda não tomou nenhuma posição sobre como as criptomoedas deveriam ser regulamentadas no Brasil. Segundo o presidente da associação, Fernando Furlan, a associação “defenderá os mercados criptos no Brasil, defenderá a privacidade, e regulamentações que não ponham um fim à inovação”.

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A ABCB está direcionada a ser um guia para ajudar seus parceiros através de um conjunto de princípios, ao mesmo tempo em que provê assistência regulatória. Ela conectará os reguladores aos negócios em criptomoedas, promovendo o debate.

A respeito das regulamentações, Furlan disse:

“Há uma incerteza jurídica/legal. Dependendo do propósito [as criptos] podem ser consideradas meio de pagamento ou ativo financeiro”.

A ABCB tem estado “em construção” desde outubro de 2017, pouco mais de um mês depois que a ABcripto foi fundada. As organizações revelaram que elas “poderiam abrir um canal de comunicação para trabalharem juntas para o bem do país”.

(Francisco Memoria)

Fonte: www.ccn.com/

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