Eletropay, da 3xBIT, consegue investimento no Shark Tank Brasil

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O Shark Tank é um programa mundialmente conhecido. A ideia dele é bem simples, um empreendedor apresenta a sua ideia para um grupo de investidores-anjo, os “tubarões”. Os empreendedores que conseguirem convencer os investidores da qualidade das suas ideias e oferecer uma proposta lucrativa, conseguem aportes para os seus projetos.

O programa tem uma versão brasileira, exibida no Sony Channel. E claro, não demorou muito para que uma ideia relacionada ao criptomercado acabasse aparecendo por lá.

Dessa vez quem participou do programa foi a Eletropay, uma empresa licenciada pela corretora 3xBIT.

A Eletropay conta com uma série de inovações na blockchain e a ideia apresentada aos tubarões do Shark Tank tinha como principal objetivo levar a adoção do Bitcoin e muitas outras criptomoedas.

O programa foi exibido na última sexta-feira, dia 11 e terá reprise no dia 15, às 22h. A participação do grupo também pode ser vista aqui.

Apesar de uma negociação um pouco tensa, onde os investidores levantaram muitas questões sobre a utilização das criptomoedas, o grupo conseguiu uma proposta de um aporte de R$3,6 milhões, com participação de 20% do lucro para o investidor-anjo, além de algumas condições.

Entre as condições estavam uma prova de escalabilidade da solução de pagamentos e também testes de segurança contra ataques cibernéticos.

A investidora escolhida foi, Camila Farani, mas João Appolinário, fundador da Polishop, fez uma proposta semelhante.

“Ficamos muito honrados com o interesse desses dois grandes expoentes do empreendedorismo brasileiro. Optamos pela Camila Farani, mas o importante foi saber que temos portas abertas com o Appolinário e outros participantes do programa.”, disse a Eletropay.

A equipe que apresentou o projeto era formada por Rodrigo Digital, youtuber da criptocomunidade, pelo criador do produto, Nelson Kameda, e pelo CEO da 3xBit, Saint Clair Izidoro.

Vale notar aqui os detalhes do projeto.

“Solução para recebimento de pagamentos em criptomoedas nos pontos de venda, a Eletropay é uma ‘maquininha’, como é popularmente conhecida, mas com diferenciais que vão além das que já existem no mercado. Além dos recebimentos pelas vendas, o produto permite a compra e a venda das moedas digitais no próprio estabelecimento, que passa a funcionar como um ‘mini balcão’ de negociações. ‘A taxa de utilização é menor do que a de outras empresas, o que favorece a aceitação pelos comerciantes e a utilização pelos clientes.’”

Durante a apresentação no programa, os membros do grupo informaram que a ambição é colocar 100 mil dessas máquinas em redes varejistas de todo o Brasil.

Apesar da visão de lucros por parte dos investidores, há algo maior em questão aqui: a adoção!

Quando você for nas lojas que frequenta no dia a dia e começar a ver máquinas de Bitcoin e a possibilidade de comprar criptos no balcão, estaremos a um passo mais próximo da aceitação geral das criptomoedas.

Por isso, o projeto da Eletropay, caso seja bem-sucedido, é um bom aliado para o criptomercado como um todo.

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