E se as criptomoedas fossem fáceis de usar?

No Projeto Divi estamos enfrentando o que acreditamos que a maioria das pessoas considera o desafio mais difícil no mundo cripto (e também o mais lucrativo de todos), que é criar uma moeda que possa ser adotada e usada primeiro por milhões, e depois por bilhões de pessoas.

Acreditamos que a solução seja um novo tipo de blockchain que contém nomes e metadados (como um endereço de e-mail) que possam ser associados com o endereço da carteira. Essa simples inovação, quando combinada com um tipo inovador de UX (experiência de usuário), tem o poder de desmistificar as criptomoedas e criar uma ponte até a adoção em massa.

A tecnologia “blockchain dos nomes” na verdade é razoavelmente antiga, tendo sido criada em 2011 pela Namecoin, mas até agora ninguém foi capaz de enxergar como a tornar útil o suficiente e, apesar da Namecoin ter sido o primeiro fork do Bitcoin, ela permanece praticamente desconhecida.

Então o que é tão incrível em usar nomes e por que isso importa? Como exemplo, vamos imaginar uma transação normal de bitcoin, e comparamos com como a nossa vai funcionar.

Carteira de Bitcoin

Você pede para um amigo o endereço ou chave pública da carteira dele e ele te envia algo parecido com isso: 1HB5XMLmzFVj8ALj6mfBsbifRoD4miY36v

Então, grande parte do público perde parte do interesse nesse processo quando ver todo esse “emaranhado” de caracteres, mas vamos continuar.

Você copia o endereço (e corre o risco de algum malware trojan mudá-lo para outro endereço, o que você provavelmente não vai perceber, e só vai descobrir depois de perder algumas centenas ou milhares de Reais em uma transação e prometer nunca mais usar bitcoin) e copiar isso corretamente na janela certa.

Se você já está ciente a respeito dos trojans, você checa três vezes, preocupado com o fato de que se não acertar tudo, você provavelmente vai perder todo o seu dinheiro.

Agora, então, você digita a quantidade. Seu saldo é algo tipo: 0.002143984234 BTC. Por quê, em nome de tudo que é sagrado, tem tantos dígitos extras “inúteis”?

Finalmente, com seu dedo tremendo de medo, você clica no botão ENVIAR, e começa a rezar. Você liga para seu amigo cinco vezes pedindo se já foi? O que está acontecendo, você se pergunta? O dinheiro foi perdido? Você começa a amaldiçoar Satoshi Nakamoto, mas finalmente seu amigo lhe diz que ele está vendo a transação, e com grande alívio, você pode relaxar. Você está tão aliviado pela transação ter funcionado que não percebe que foi cobrado de você R$2.4213248719324 por uma transação de R$8,00.

O mundo cripto chegou ao ponto de aceitar isso tudo como normal, “mas como um novato”, você se pergunta quem foi que inventou um sistema tão horrível e assustador.

Agora a Carteira Divi

Você quer enviar DIVI para um amigo, mas sabe que ele usa diversos endereços de e-mail, e você não tem certeza de qual deles vai ser usado. Então você clica no diretório público de nossa Carteira Inteligente, e digita o nome dele. Aparecem diversas possíveis combinações, cada uma com foto ou logotipo de seu dono, direto do sistema DNS da blockchain.

Você reconhece o rosto e endereço de e-mail dele e clica, o que preencherá automaticamente o campo “enviar para número de conta” da transação, e vai parecer com algo como: “dv-peterjenkins12”.

Quando você digita o valor, você pode fazê-lo em sua moeda corrente preferida se você quiser (a conversão é feita com uma API então é bem precisa). Além disso, só vai aparecer o número de casas decimais que você tiver pré-selecionado.

A pequena taxa de transação de 1/10 de um centavo não é removida do valor que você quer enviar, mas sim retirado de um saldo extra em sua carteira que é preenchido previamente para isso. 

Você digita uma mensagem para acompanhar a transação: “Obrigado, vou te mandar por WhatsApp a senha PIN” e você clica em ENVIAR.

Um mapa aparece, e começa a contar os nodes que estão verificando a transação, cada um iluminando sua localização. Hipnotizado pela beleza, você nem percebe o quão curto foi o tempo que demorou para que a transação seja verificada. Quando completa, um código PIN é mostrado, que você envia para o seu amigo por Whatsapp.

Depois de receber a transação, seu amigo usa o PIN para desencriptar a transação e as DIVI são depositadas na carteira pública dele. A partir dali, é automaticamente enviada de forma anonima para uma das contas da carteira privada dele.

Conclusão

É a combinação de uma nova blockchain, o tipo correto de metadados armazenados nela, e um novo tipo de carteira desenvolvida para usuários comuns que torna isso possível. A Carteira Inteligente remove diversas áreas onde usuários leigos de tecnologia, possa ter medo de perder seu dinheiro, tanto por erros ao usar quanto por hackers. O usuário deve sentir-se confortável com o processo, pois todo o “cripto-jargão” foi removido e substituído por termos familiares usados em transações bancárias. Durante o processo, ele pode ver algo acontecendo, e tem a noção da duração da transação, do tempo que falta até a transação estar completa.

Para mais informações, confira nosso website e nossos artigos Medium: https://medium.com/diviproject-portuguese/

Guia do Bitcoin

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3 Comentários


  1. Para tudo dito acima, existe o banco já faz esse servi. O filosofia que sustenta o Bitcoin era o anonimato e a autonomia, a nova Altcoin não coaduna do mesmo pensamento.

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  2. Tudo isso já existe muito mais fácil, se chama transferência bancária via mobile. Se a ideia do Bitcoin era a autonomia e sigilo acho que essa nova moeda não coaduna com essa filosofia.

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