Coréia do Norte está tentando acumular um cofre de guerra bitcoin

Os hackers ligados à Coréia do Norte estão aumentando as tentativas de roubar bitcoins afim de trazer dinheiro para o regime de Kim Jong Un, disse uma empresa de segurança cibernética.

Bitcoin e outras formas de dinheiro virtual – conhecidas como criptomoedas – serão um escape para a Coréia do Norte, já que os EUA prosseguem em impor sanções internacionais destinadas a isolar ainda mais o país, de acordo com um novo relatório da FireEye.

“As sanções contra a Coréia do Norte provavelmente alimentarão sua atividade de cibercrime”, disse Bryce Boland, diretor de tecnologia da FireEye, com sede em Singapura. “Os ataques às exchanges podem ser um ótimo meio para obter recursos diante das sanções impostas pelos EUA.”

Esse é apenas o último exemplo das formas ilícitas que a Coréia do Norte supostamente arrecada dinheiro, uma vez que aumenta as ameaças de sanções internacionais cada vez mais duras sobre seu programa de armas nucleares que avança rapidamente.

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FireEye diz que identificou três ataques contra exchanges de criptomoedas sul-coreanas que ocorreram entre maio e julho, todos ligados a hackers norte-coreanos. O aumento da atividade começou logo após os EUA terem dito que planejavam aumentar as sanções contra a Coréia do Norte.

Com as novas sanções da ONU e a super valorização do bitcoin, “o potencial acumulado desses ataques aumentou”, disse Boland. FireEye identificou o grupo norte-coreano atrás dos ataques de bitcoin como TEMP.Hermit. Outras empresas de segurança ligaram o grupo a ataques de alto nível, incluindo o ataque a Sony Pictures em 2014.

Os hackers da Coréia do Norte também são suspeitos de realizar uma série de ataques aos bancos globais que surgiram no ano passado. Entre os exemplos estão os ataques ao banco central de Bangladesh em que dezenas de milhões de dólares foram roubados.

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O governo norte-coreano negou repetidamente o envolvimento em ataques cibernéticos internacionais.

Agências de inteligência e especialistas em segurança cibernética também ligaram a Coreia do Norte a WannaCry, o maior ataque cibernético que o mundo já viu. O vírus WannaCry exigiu inicialmente que as vítimas pagassem um resgate em bitcoin, gerando mais de US$ 140.000 de lucro para os hackers.

A FireEye alerta sobre deixar suas criptomoedas em contas online. Fique ligado.

Fonte: local10

Adaptação/Tradução: Guia do Bitcoin

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