Bovespa, maior bolsa de valores da América do Sul, se junta ao consórcio Blockchain R3

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A maior operadora de bolsa de valores da América do Sul, a BM&F Bovespa se juntou ao consórcio de empresas financeiro e distribuído chamado “R3“.

A BM&F Bovespa, com sede no Brasil, em São Paulo, anunciou hoje que agora a decisão é parte do esforço, lançado em setembro passado. A notícia vem à medida que mais instituições financeiras e startups na região da América Latina e ao redor do mundo começam a experimentar a tecnologia Blockchain.

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Fabio Dutra, diretor de desenvolvimento de negócios da BM&F Bovespa, disse em um comunicado que a empresa está à procura de “à prova de futuro” e como utilizar seus mercados para explorar casos de uso para a tecnologia.

Dutra disse:

“A inovação com uma supervisão regulamentar adequada é fundamental para tornar os mercados brasileiros ainda mais eficientes e confiáveis. A tecnologia de contabilidade compartilhada pode desempenhar um papel importante aqui.”

Embora não esteja claro quais os aspectos da tecnologia da BM&F Bovespa seria integrado, recentes notícias de que a empresa está reforçando os seus esforços de fiscalização do mercado indica que ele poderia ter interesse em mecanismos para aumentar a transparência.

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A tradicional bolsa de valores, que traça as suas origens de volta à década de 1890, passou a maior parte do ano passado, crescendo com sua presença na América Latina como um importante destino para a atividade de stock.

Sua decisão de se juntar ao R3 segue a adição da gigante de seguros MetLife e instituição financeira chinesa China Merchants Bank, nas últimas semanas.

Lembrando que outras empresas brasileiras também já aderiram ao consórcio R3, como o banco Itaú, banco Bradesco e o Santander e atualmente 45 instituições financeiras, startups e fintechs ao redor do mundo já fazem parte do consórcio,

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