A CASA CAIU: Esquema de falsa criptomoeda KriptaCoin é desarticulado pela Polícia Civil em Brasília: mais de R$ 250 milhões movimentados

Sócios e diretores da empresa de fachada “Wall Street Corporate”, criadora da falsa criptomoeda “Kriptacoin”, são alvo da Operação Patrick, deflagrada pela Coordenação de Repressão aos Crimes contra o Consumidor e Fraudes (Corf), em conjunto com a Promotoria de Justiça de Defesa dos Direitos do Consumidor (Prodecon), na manhã desta quinta-feira (21/9). Os crimes investigados são: lavagem de dinheiro, organização criminosa, falsificação de documentos e pirâmide financeira. Segundo a polícia e o MP, o grupo movimentou R$ 250 milhões. Cerca de 40 mil pessoas teriam investido na moeda e podem ter sido lesadas.

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Delegados, promotores e agentes de polícia cumpriram 13 mandados de prisão preventiva e de 18 busca e apreensão no Distrito Federal, em Águas Lindas de Goiás e em Goiânia.  A 8ª Vara Criminal de Brasília também autorizou a quebra de sigilo bancário, das redes sociais e o bloqueio de bens dos envolvidos.

Os suspeitos criaram a moeda virtual no fim de 2016 e, a partir de janeiro deste ano, passaram a convencer investidores a aplicar dinheiro na Kriptacoin. A organização criminosa atuava por meio de laranjas, com nomes e documentos falsos.

Rede para enganar desinformados

O esquema é sofisticado e conta com alto apelo nas redes sociais, rádios e grandes emissoras de TV. Tudo foi pensado para convencer de que se trata de um negócio com credibilidade e segurança. Uma peça publicitária chegou a ser montada pelos empresários em cima de uma decisão do promotor do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT) Paulo Roberto Binicheski. A imagem era apresentada sempre que alguém os acusava de pirâmide financeira.

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O negócio, que funciona em esquema de pirâmide, visa apenas a encher o bolso dos investigados, alguns com diversas passagens pela polícia por uma série de crimes. Entre eles, estelionato.

“Dois dos principais alvos da operação são os irmãos Welbert Richard Viana Marinho, 37 anos, e Weverton Viana Marinho, 34. Eles não têm os nomes publicados no site da empresa e não constam como sócios nos dados da Receita Federal, mas se apresentam como presidentes do grupo. O empresário Fernando Ewerton, 30 anos, herdeiro de uma concessionária de Brasília, que atua como diretor, também está entre os presos.”

Outras fontes:

ALERTA: Confira outras empresas suspeitas e que podem ser as próximas a cairem, na Blacklist. Nenhuma dessas empresas é reconhecida de forma alguma pela comunidade Bitcoin e pelo Guia do Bitcoin como autênticas empresas que trabalham realmente com Bitcoin.

Via: Metropoles.com

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