O que muda para o Bitcoin, após a determinação do órgão de controle monetário de Singapura em regulamentar a sua utilização?

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O que sabemos de fato, é que recentemente têm havido muita movimentação por parte de instituições financeiras e , para se adaptarem ao , visto que estes perceberam que seu crescimento é inexorável e que se não tomarem medidas a respeito, irão ficar para trás nessa corrida de desenvolvimento tecnológico. No caso dos e operadoras de cartões, a preocupação é que seus novos concorrentes, as empresas “”, estejam muito a frente no uso e desenvolvimento de ferramentas para o Bitcoin e com isso abocanharam uma fatia do mercado, talvez por falta de visão das instituições financeiras tradicionais, fazendo com que os custos de produtos e serviços oferecidos sejam muito menores do que as tarifas bancárias por exemplo, e os governos de um modo geral agora estão sendo pressionados por estas grandes empresas, que perderam bastante terreno e estão começando a dar sinais de que medidas de regulamentação estão a caminho.

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Haja visto o caso da Autoridade Monetária de Singapura ou MAS, que há 2 anos deu uma declaração informando que as transações com Bitcoin não seriam reguladas e agora em agosto de 2016 anunciou a criação de uma framework para regulamentação de transações com Bitcoin, com o objetivo de evitar e identificar situações de risco de lavagem de dinheiro e financiamento terrorista. Em outras palavras, isso significa que a movimentação de e outras criptomoedas cresceu tanto nesses últimos anos, que muitos ja a vêem como uma ameaça aos negócios e por isso querem começar a impor essas regulamentações com o objetivo de aumentarem os custos do Bitcoin. No caso de Singapura, que é a casa de grandes negociadoras de Bitcoin, como a Coinbase e a Coinhako, é muito provável que não se trate da alegada preocupação dos riscos de lavagem de dinheiro ou financiamento terrorista, mas a grande questão é como o mercado mundial irá se comportar com essa atitude, tanto pelo lado dos governos de outros países ou pelo lado das negociadoras de Bitcoin, que podem migrar seus negócios para países que ainda não o regulamentam, ou ainda serem forçadas a aumentar suas taxas para compensar o aumento dos custos causadas pelas regulamentações que serão impostas.

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Em qualquer uma das situações, creio que o mais importante é que o Bitcoin está definitivamente saindo das profundezas da “Deep Web” e ganhando os mercados convencionais fazendo com que as instituições financeiras o enxerguem como um concorrente de peso, mas que no fundo, os grandes vencedores desta revolução sejam os consumidores de produtos financeiros, e as sociedades como um todo, que possam vir a utilizar a tecnologia de “blockchain”, que é o motor do Bitcoin, em muitas outras aplicações que exijam registros confiáveis e que não possam ser adulterados, como por exemplo eleições governamentais, controle de licitações e concorrências públicas, métodos de gestão pública anti-, e muitos outros onde houverem práticas corrompidas. Porém o que nos resta no momento é aguardar que tudo isso se concretize e que o Bitcoin possa tornar o mundo, um lugar melhor, para os nossos filhos.

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