10 motivos para investir em Bitcoin em 2016

O é uma digital que ficou muito famosa nos últimos anos por seus conceitos inovadores, como o fato de não ser controlada ou emitida por nenhum governo, sendo assim, totalmente descentralizada, dependendo unicamente de uma rede de usuários onde qualquer um pode participar ativamente no processo da criação do virtual, chamado de “”. No entanto, muitas pessoas consideram o bitcoin como uma possibilidade de investimento, e das melhores, pois nenhum banco ou tipo de investimento consegue uma liquidez tão grande. O CEO do Mercado Bitcoin, Rodrigo Batista, listou dez motivos para se investir na moeda.

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Imagem: reprodução

Aumento do preço

No fim de junho de 2015 um bitcoin era negociado no MercadoBitcoin.net por R$ 849 e no mesmo período em 2016, um bitcoin passou a ser negociado por R$ 2.262. Uma variação de preço de 166%, explica o executivo.

2 – Variações mais estáveis

O preço da moeda está mais estabilizado e com variações menos intensas do que índices de ações nos , por exemplo. Isso, segundo Rodrigo, mostra o amadurecimento do mercado de negociação da moeda.

3 – Instabilidade no mundo

Para Rodrigo, começa a existir um consenso de que o bitcoin é uma fuga para situações econômicas adversas adversas. “Recentemente o preço da moeda subiu bastante e especialistas atribuem parte deste crescimento ao aumento da demanda por parte da China, que está em uma fase de incertezas com sua economia”, explica.

4 – Diminuição na quantidade de criados

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A taxa de criação de novos bitcoins recuou de 25 moedas para cada dez minutos para a metade no início desse mês. Essa característica faz com que o preço da moeda aumente mais, uma vez que diminui sua oferta.

5 – Uso crescente da tecnologia

“O número de transações na rede bitcoin está em torno de 200 mil por dia e era cerca de 80 mil há um ano atrás. Países completamente diferentes como Argentina, Finlândia, China e tem visto diferentes usos da tecnologia nos últimos anos aumentarem”, aponta o executivo.

6 – Desenvolvimento avançado
“No ano passado alguns dos limites técnicos da tecnologia foram atingidos. Após discussões bem acaloradas por parte dos engenheiros que trabalham na tecnologia, o problema está sendo resolvido e em breve diferentes soluções permitiram a expansão da rede de pagamentos descentralizada”, comenta Rodrigo.

7 – Novos usos da moeda
O executivo destaca novos usos para o bitcoin. “Inciativas como o OpenBazaar, que é uma espécie de e-bay sem dono e descentralizado estão trazendo para o mercado novos modelos de negócio. O Openbazaar é recente e já conta com dezenas de milhares de usuários”, aponta.

8 – Movimento de eliminação de cédulas
Rodrigo destaca que países como a Noruega e a Suécia já discutem maneiras de eliminar as cédulas de suas moedas e que esse movimento de digitalização do dinheiro impacta na demanda por moedas digitais.

9 – Pagamento para prestadores de serviço
“Por ser rápido e barato, este tipo de serviço possibilita uma entre empresas e pessoas de qualquer lugar do mundo, sem a necessidade de empresas intermediárias de pagamentos”, comenta o executivo.

10 – Criação de contratos inteligentes
“Contratos inteligentes são, basicamente, contratos que ao invés de serem escritos em linguagem jurídica, são escritos por meio de programas de computador. Existe um projeto chamado Rootstock que pretende adicionar esta possibilidade à tecnologia do Bitcoin”, finaliza.

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Via: Criptomoedas Fácil

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